Pretende-se reconhecer um conjunto de temas da antropologia dos movimentos sociais como uma perspectiva dentro da antropologia política, com enfoque nas relações entre a cultura e o poder, os agentes sociais, as formas organizativas e os repertórios, através da leitura e discussão de um conjunto de textos que permitam uma visão espacial e processual;interrogar as modalidades das mudanças sociais aceleradas, através do recurso aos métodos da antropologia, em associação com outras áreas do saber; fornecer um conjunto de instrumentos teórico-metodológicos que permitam detectar, através de uma abordagem aprofundada (1) as escalas da mudança; (2) o papel do tempo e do acontecimento; (3) a importância dos indivíduos e dos grupos, como agentes; abordar os símbolos e os sentidos associados à resistência e aos movimentos sociais, o papel da hegemonia e das contra-hegemonias e a produção de identidades como processo social.

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