segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Um bocadinho mais desenvolvido que o «zip» da aula


Na última sessão, enquanto se introduzia um léxico que nos una ao longo das próximas aulas, falei de quatro nomes essenciais (Marx, Weber, Durkheim, Gramsci) e, de forma resumida, indiquei um conjunto de conceitos com que lidaremos. Entretanto, através do João Carlos, cheguei aqui e acho que poderá ser útil para compreender algumas coisas com que vamos lidando. Se houver boas descobertas da vossa parte, não esqueçam de comunicar.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Fotografado há meia hora, na Avenida de Berna


Há instantes, quando vinha para a FCSH, deparei com as janelas deste rés-do-chão, onde com sacos de plástico pretos se improvisaram bandeiras, retomando um repertório conhecido, e com folhas A4 impressas se fizeram pequenos cartazes a sinalizar o descontentamento, em português e inglês. Também destas formas de criatividade viremos a falar oa longo das próximas aulas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

A propósito de ovelhas, em alusão à sessão anterior

"Sheep are used as a metaphor for mindlessness and obedience. We talk about people being sheep if they do what they’re told, behave in crowds and don’t have any individuality. But anyone who has ever seen a wild sheep in action knows they are unbelievably individualistic by nature. We’ve been breeding sheep for 8000 years and selecting for docility. Now, having accomplished that, we have the nerve to insult sheep for becoming what we turned them into! We get the sheep we deserve!" James C. Scott, retirado daqui.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sejam bem-vindos!


Assim começamos a Antropologia dos Movimentos Sociais, que visa quatro objectivos: (1)Reconhecer um conjunto de temas da antropologia dos movimentos sociais como uma perspectiva dentro da antropologia política, com enfoque nas relações entre a cultura e o poder, os agentes sociais, as formas organizativas e os repertórios, através da leitura e discussão de um conjunto de textos que permitam uma visão espacial e processual; (2) interrogar as modalidades das mudanças sociais aceleradas, através do recurso aos métodos da antropologia, em associação com outras áreas do saber; (3) fornecer um conjunto de instrumentos teórico-metodológicos que permitam detectar, através duma abordagem aprofundada as escalas da mudança, o papel do tempo e do acontecimento e a importância dos indivíduos e dos grupos, como agentes; (4) finalmente, abordar os símbolos e os sentidos associados à resistência e aos movimentos sociais, o papel da hegemonia e das contra-hegemonias e a produção de identidades como processo social.
Encontrar-nos-emos à 6ª fª, na sala 303. Sejam bem-vindos